Fomos eu, Bruna, Tomás e Juliana.
Infelizmente, não foi possível assistir os filmes da mostra. A exibição seria feita num telão em uma das quadras esportivas da comunidade e choveu - resultado: não apareceu ninguém. Foi bastante interessante de todo jeito porque conversamos com o Max e conhecemos uma das facetas do trabalho da CUFA. Eles levam todo o equipamento para a projeção dos filmes, aparetemente rola um bate-papo depois dos curtas com o pessoal da comunidade. Acho que o mais legal foi ter chegado com uma certa antecedência no lugar pra dar uma volta na comunidade entregando panfletos e chamando o pessoal pra aparecer pros filmes, o que permite a gente conhecer só um pouquinho melhor a comunidade e falar, mesmo que pouco, com as pessoas. Eu achei a FERCAL simpática, acho que por causa, como apontou a Ju, da mata ciliar ao redor do vale onde o pessoal mora. As casas também são simpáticas - a infra-estrutura é um pouco precária, mas nada ruim, casinhas com portão, muro, garagem, quintal, árvores e tudo mais, subúrbio brasileiro mais ou menos padrão. Sei que a Bruna e o Tomás se amarraram na quantidade de cachorros amigões pelas ruas.
O Max sugeriu que combinássemos outra ida ao escritório da CUFA, o daqui do plano mesmo, para talvez ajudarmos mais de perto com o festival que eles tão organizando na Ceilândia. Não sei se estaria muito próximo da lógica do nosso projeto, mas podemos discutir a possbilidade na reunião de domingo.
A idéia também é que voltemos a tentar participar da atividade, dessa vez sem perigos de não se completar porque está planejada pra ser em ambiente fechado, ou no dia 9 ou no 20 de outubro.
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