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Resultados Projeto.
Parabéns o projeto está pronto para ser implementado.
AEEEEEEEEEEEEE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
domingo, 30 de novembro de 2008
Reunião próximo domingo, 07/12.
Vamos nos preparar pro painel!
Confirmo horário e local por email durante a semana!
Confirmo horário e local por email durante a semana!
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Reunião 29/09
Próxima reunião: 12/09.
1) Todo o grupo precisa imprimir/xerocar/de alguma forma ficar bem familiarizado com a lei Maria da Penha e a CEDAW.
Pesquisar/ler sobre políticas públicas e mecanismos de participação para mulheres também é bastante interessante, para podermos ter informação segura e de qualidade para oferecer para as participantes das oficinas.
2) Entrei em contato com a Renata para tentarmos iniciar já um contato com a comunidade na qual trabalharemos e possíveis futuras e futuros participantes das oficinas. A idéia é que tenhamos uma idéia do perfil do grupo para nos ajudar em elaborar abordagem.
Outro ponto importante é irmos todas pensando sobre como fazer a, digamos assim, "propagando" do projeto, de um jeito que esclareça os objetivos e o foco em mulheres, apesar da proposta de inclusão de homens na discussão.
3) A Juliana vai preparar uma seleção/resumo de textos sobre condução de projeto comunitários horizontais para discponibilizar como leitura pro grupo.
4) Ficou definido, sobre a estrutura das reuniões, que elas teriam uma certa coerência entre uma e outra e uma progressão lógica. A idéia é que discutamos questões de identidade/subjetividade no primeiro encontro para a partir dessa perspectiva do que é o sujeito feminino e/ou sujeito da feminilidade, possamos discutir direitos humanos das mulheres jovens e, depois, de acordo com as respostas/demandas do grupo passarmos a questões temáticas.
Por causa disso, precisamos considerar também, no que diz respeito à nossa "propaganda", que as oficinas requerem um certo grau de comprometimento e responsabilidade por parte das pessoas que participarem. Cogitamos também produzirmos um material, algo como uma apostila, para distribuir entre as/os participantes.
5) Para a próxima reunião, a idéia é que cada um traga propostas sobre que atividade realizar a respeito de ideologias de gênero, identidade, auto-imagem, subjetividade. O manual de capacitação pode servir de fonte, mas qualquer fonte é bem-vinda, naturalmente.
Antes disso, discutimos o fato de que as atividades desse primeiro dia, se houver a presença de homens no grupo, vai contar com momentos de atividade separadas por gênero, ainda que a definição de quais atividades seriam em conjunto e quais atividades seriam separadas fica pra próxima reunião com a discussão das atividades mesmo.
As atividades seriam divididas em mais ou menos três momentos: um de conhecimento mútuo, para "quebrar o gelo" - com uma dinâmica que permita algo mais do que o simples "primeiro dia de aula na unb", cada um falando nome e interesse na participação -, um segundo momento de discussão sobre identidades de gênero e um terceiro sobre a mulher como sujeito, ou o sujeito da mulher, ou subjetividade feminina ou qualquer outro conceito da moda que eu não sei.
O ponto principal é trazer propostas para atividades de cada um dos momentos. E uma proposta o mais "formal", digamos, possível. Para fazermos a seleção no dia 12, cada um deverá trazer quantas propostas quiser para quantos momentos quiser. Mas a proposta deve vir no formato em que há a descrição dela, o tempo de duração, os materiais necessários e UMA JUSTIFICATIVA - do tipo porque aquela atividade é boa para aquele momento ou quais seriam os objetivos dela. Aí definiríamos bonitinho já a logística do primeiro dia.
Acho que isso é principal, quem lembrar de mais alguma coisa por favor faz outro post e/ou deixa comentário.
Ah, e uma vez que a outra reunião requer que as propostas tenham sido feitas, ficamos comprometidas em colocar nossas propostas no site do y-group até a quinta/sexta da semana da reunião pra podermos avaliar se há material o suficiente pra discussão.
Desculpa o post gigantesco e a falta de revisão, gente. Beijos.
1) Todo o grupo precisa imprimir/xerocar/de alguma forma ficar bem familiarizado com a lei Maria da Penha e a CEDAW.
Pesquisar/ler sobre políticas públicas e mecanismos de participação para mulheres também é bastante interessante, para podermos ter informação segura e de qualidade para oferecer para as participantes das oficinas.
2) Entrei em contato com a Renata para tentarmos iniciar já um contato com a comunidade na qual trabalharemos e possíveis futuras e futuros participantes das oficinas. A idéia é que tenhamos uma idéia do perfil do grupo para nos ajudar em elaborar abordagem.
Outro ponto importante é irmos todas pensando sobre como fazer a, digamos assim, "propagando" do projeto, de um jeito que esclareça os objetivos e o foco em mulheres, apesar da proposta de inclusão de homens na discussão.
3) A Juliana vai preparar uma seleção/resumo de textos sobre condução de projeto comunitários horizontais para discponibilizar como leitura pro grupo.
4) Ficou definido, sobre a estrutura das reuniões, que elas teriam uma certa coerência entre uma e outra e uma progressão lógica. A idéia é que discutamos questões de identidade/subjetividade no primeiro encontro para a partir dessa perspectiva do que é o sujeito feminino e/ou sujeito da feminilidade, possamos discutir direitos humanos das mulheres jovens e, depois, de acordo com as respostas/demandas do grupo passarmos a questões temáticas.
Por causa disso, precisamos considerar também, no que diz respeito à nossa "propaganda", que as oficinas requerem um certo grau de comprometimento e responsabilidade por parte das pessoas que participarem. Cogitamos também produzirmos um material, algo como uma apostila, para distribuir entre as/os participantes.
5) Para a próxima reunião, a idéia é que cada um traga propostas sobre que atividade realizar a respeito de ideologias de gênero, identidade, auto-imagem, subjetividade. O manual de capacitação pode servir de fonte, mas qualquer fonte é bem-vinda, naturalmente.
Antes disso, discutimos o fato de que as atividades desse primeiro dia, se houver a presença de homens no grupo, vai contar com momentos de atividade separadas por gênero, ainda que a definição de quais atividades seriam em conjunto e quais atividades seriam separadas fica pra próxima reunião com a discussão das atividades mesmo.
As atividades seriam divididas em mais ou menos três momentos: um de conhecimento mútuo, para "quebrar o gelo" - com uma dinâmica que permita algo mais do que o simples "primeiro dia de aula na unb", cada um falando nome e interesse na participação -, um segundo momento de discussão sobre identidades de gênero e um terceiro sobre a mulher como sujeito, ou o sujeito da mulher, ou subjetividade feminina ou qualquer outro conceito da moda que eu não sei.
O ponto principal é trazer propostas para atividades de cada um dos momentos. E uma proposta o mais "formal", digamos, possível. Para fazermos a seleção no dia 12, cada um deverá trazer quantas propostas quiser para quantos momentos quiser. Mas a proposta deve vir no formato em que há a descrição dela, o tempo de duração, os materiais necessários e UMA JUSTIFICATIVA - do tipo porque aquela atividade é boa para aquele momento ou quais seriam os objetivos dela. Aí definiríamos bonitinho já a logística do primeiro dia.
Acho que isso é principal, quem lembrar de mais alguma coisa por favor faz outro post e/ou deixa comentário.
Ah, e uma vez que a outra reunião requer que as propostas tenham sido feitas, ficamos comprometidas em colocar nossas propostas no site do y-group até a quinta/sexta da semana da reunião pra podermos avaliar se há material o suficiente pra discussão.
Desculpa o post gigantesco e a falta de revisão, gente. Beijos.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Ida ao Cine Perifeira, na FERCAl, 20/09.
Fomos eu, Bruna, Tomás e Juliana.
Infelizmente, não foi possível assistir os filmes da mostra. A exibição seria feita num telão em uma das quadras esportivas da comunidade e choveu - resultado: não apareceu ninguém. Foi bastante interessante de todo jeito porque conversamos com o Max e conhecemos uma das facetas do trabalho da CUFA. Eles levam todo o equipamento para a projeção dos filmes, aparetemente rola um bate-papo depois dos curtas com o pessoal da comunidade. Acho que o mais legal foi ter chegado com uma certa antecedência no lugar pra dar uma volta na comunidade entregando panfletos e chamando o pessoal pra aparecer pros filmes, o que permite a gente conhecer só um pouquinho melhor a comunidade e falar, mesmo que pouco, com as pessoas. Eu achei a FERCAL simpática, acho que por causa, como apontou a Ju, da mata ciliar ao redor do vale onde o pessoal mora. As casas também são simpáticas - a infra-estrutura é um pouco precária, mas nada ruim, casinhas com portão, muro, garagem, quintal, árvores e tudo mais, subúrbio brasileiro mais ou menos padrão. Sei que a Bruna e o Tomás se amarraram na quantidade de cachorros amigões pelas ruas.
O Max sugeriu que combinássemos outra ida ao escritório da CUFA, o daqui do plano mesmo, para talvez ajudarmos mais de perto com o festival que eles tão organizando na Ceilândia. Não sei se estaria muito próximo da lógica do nosso projeto, mas podemos discutir a possbilidade na reunião de domingo.
A idéia também é que voltemos a tentar participar da atividade, dessa vez sem perigos de não se completar porque está planejada pra ser em ambiente fechado, ou no dia 9 ou no 20 de outubro.
Infelizmente, não foi possível assistir os filmes da mostra. A exibição seria feita num telão em uma das quadras esportivas da comunidade e choveu - resultado: não apareceu ninguém. Foi bastante interessante de todo jeito porque conversamos com o Max e conhecemos uma das facetas do trabalho da CUFA. Eles levam todo o equipamento para a projeção dos filmes, aparetemente rola um bate-papo depois dos curtas com o pessoal da comunidade. Acho que o mais legal foi ter chegado com uma certa antecedência no lugar pra dar uma volta na comunidade entregando panfletos e chamando o pessoal pra aparecer pros filmes, o que permite a gente conhecer só um pouquinho melhor a comunidade e falar, mesmo que pouco, com as pessoas. Eu achei a FERCAL simpática, acho que por causa, como apontou a Ju, da mata ciliar ao redor do vale onde o pessoal mora. As casas também são simpáticas - a infra-estrutura é um pouco precária, mas nada ruim, casinhas com portão, muro, garagem, quintal, árvores e tudo mais, subúrbio brasileiro mais ou menos padrão. Sei que a Bruna e o Tomás se amarraram na quantidade de cachorros amigões pelas ruas.
O Max sugeriu que combinássemos outra ida ao escritório da CUFA, o daqui do plano mesmo, para talvez ajudarmos mais de perto com o festival que eles tão organizando na Ceilândia. Não sei se estaria muito próximo da lógica do nosso projeto, mas podemos discutir a possbilidade na reunião de domingo.
A idéia também é que voltemos a tentar participar da atividade, dessa vez sem perigos de não se completar porque está planejada pra ser em ambiente fechado, ou no dia 9 ou no 20 de outubro.
domingo, 14 de setembro de 2008
Pensamento Pós-Colonial
Então,
o título dessa postagem é o link pra baixar os textos sobre pensamento pós colonial, de que eu tinha falado no post de baixo.
o título dessa postagem é o link pra baixar os textos sobre pensamento pós colonial, de que eu tinha falado no post de baixo.
sábado, 13 de setembro de 2008
Direitos Humanos e Mulheres
Oi gente,
compactei o material sobre direitos humanos e mulheres em um arquivo .rar. Vocês podem baixá-lo clicando no título do post. Algumas coisas que eu achei que tinha em formato digital só tenho em papel. Posso levar na próxima reunião pra quem quiser dar uma olhada e tirar alguma cópia. Não sei se interessa a vocês, mas tô fazendo o upload de um banco de textos sobe pensamento pós-colonial, que também tem um ou outro texto sobre feminismo e alguns textos da Spivak. Quando terminar eu posto o link aqui.
Beijos!
compactei o material sobre direitos humanos e mulheres em um arquivo .rar. Vocês podem baixá-lo clicando no título do post. Algumas coisas que eu achei que tinha em formato digital só tenho em papel. Posso levar na próxima reunião pra quem quiser dar uma olhada e tirar alguma cópia. Não sei se interessa a vocês, mas tô fazendo o upload de um banco de textos sobe pensamento pós-colonial, que também tem um ou outro texto sobre feminismo e alguns textos da Spivak. Quando terminar eu posto o link aqui.
Beijos!
Etiquetas:
direitos humanos,
mulheres,
textos
Reunião 13/09
Combinado ida à mostra de cinema semana que vem, na FERCAL.
Decidimos usarmos os próximos dois meses para a preparação do grupo para as oficinas. Ficam marcadas reuniões a cada quinze dias, aos domingos, a partir do dia 28/09.
Cada reunião vai discutir um tema a ser abordado nas oficinas, usando como base o manual de capacitação em direitos humanos das mulheres jovens. São principalmente três eixos temáticos: identidade, direitos humans e violência.
A Bruna vai, em breve, postar aqui os textos recomendados da apostila para a primeira reunião. Quaisquer outros textos que se encontrar e que sejam interessantes de compartilhar com o grupo, favor enviar pela lista de emails.
Decidimos usarmos os próximos dois meses para a preparação do grupo para as oficinas. Ficam marcadas reuniões a cada quinze dias, aos domingos, a partir do dia 28/09.
Cada reunião vai discutir um tema a ser abordado nas oficinas, usando como base o manual de capacitação em direitos humanos das mulheres jovens. São principalmente três eixos temáticos: identidade, direitos humans e violência.
A Bruna vai, em breve, postar aqui os textos recomendados da apostila para a primeira reunião. Quaisquer outros textos que se encontrar e que sejam interessantes de compartilhar com o grupo, favor enviar pela lista de emails.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Reunião Casa da Bruna, 30/07.
Primeiro: Tomás e Xaman, meu manual de capacitação ainda está na Asa. Por favor, façam as cópias o quanto antes e me avisem quando o tiverem feito para que eu posso ir lá recuperar o material pra mim.
Dia 16/08, sábado, faremos a primeira reunião de discussão exclusiva sobre abordagem: a leitura de partes do manual, pensando em que atividades e em como vamos falar para o pessoal das capacitações é requerimento necessário para essa reunião.
Lembrando que os temas levantados como possíveis de serem aboradados foram: mídia e representação feminina, informação sobre saúde feminina e violência contra a mulher, praticipação política. Lembrando, ainda, aquelas três categorias de questões que possivelmente permearão toda a discussão: O que é ser mulher (ou homem)? Quais direitos tenho especificamente porque sou mulher? Como garanto/faço respeitar os meus direitos enquanto mulher?
Em segundo lugar: divisão de responsabilidades. Foi preciso nos organizarmos no sentido de determinar quem será o responsável por organizar, e não realizar, determinadas dimensões das atividades.
Izadora ficou responsável pelo contato com a CUFA, identificando os locais e contatos para as capacitações.
Tomás e Juliana ficara responsáveis pela identificação e estabelecimento de contatos com grupos ou movimentos de mulheres ou interessados na temática dentro da UnB.
Bruna ficou responsável pela logística das capacitações.
Mariana e Xaman ficaram responsáveis pela organização das avaliações das atividades, principalmente no caso da capacitação final que envolverá os grupos tanto das satélites quanto da UnB.
Todosficaram responsáveis por pensar e organizar a abordagem das capacitações.
Acho que é isso.
É nóis, DeLAAS.
Dia 16/08, sábado, faremos a primeira reunião de discussão exclusiva sobre abordagem: a leitura de partes do manual, pensando em que atividades e em como vamos falar para o pessoal das capacitações é requerimento necessário para essa reunião.
Lembrando que os temas levantados como possíveis de serem aboradados foram: mídia e representação feminina, informação sobre saúde feminina e violência contra a mulher, praticipação política. Lembrando, ainda, aquelas três categorias de questões que possivelmente permearão toda a discussão: O que é ser mulher (ou homem)? Quais direitos tenho especificamente porque sou mulher? Como garanto/faço respeitar os meus direitos enquanto mulher?
Em segundo lugar: divisão de responsabilidades. Foi preciso nos organizarmos no sentido de determinar quem será o responsável por organizar, e não realizar, determinadas dimensões das atividades.
Izadora ficou responsável pelo contato com a CUFA, identificando os locais e contatos para as capacitações.
Tomás e Juliana ficara responsáveis pela identificação e estabelecimento de contatos com grupos ou movimentos de mulheres ou interessados na temática dentro da UnB.
Bruna ficou responsável pela logística das capacitações.
Mariana e Xaman ficaram responsáveis pela organização das avaliações das atividades, principalmente no caso da capacitação final que envolverá os grupos tanto das satélites quanto da UnB.
Todosficaram responsáveis por pensar e organizar a abordagem das capacitações.
Acho que é isso.
É nóis, DeLAAS.
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atividades,
desenho do projeto,
divisão de tarefas,
reunião
Reunião CUFA, segunda, 28/07
A CUFA foi uma organização criada no Rio de Janeiro e hoje presente em 25 estados brasileiros. Ela procura avançar a inclusão social das comunidades d periferia das capitais brasileiras incentivando o protagonismo pessoal de jovens, com atividades ligadas principalmente à cultura. Os projeto da CUFA incluem festivais de cinema e documentários, organização da liga nacional de basquete de rua, e se foca bastante também no trabalho com o movimento hip hop.
Tem como presidente de honra o rapper MV Bill. É uma rede muito organizada, com vários projetos em Brasília, como vocês vão ver se entrarem no site linkado pelo título do post. Trabalham muito discutindo questões de raça e juventude, e tem uma preocupação especial com a marginalização das mulheres.
A Renata foi um doce na reunião, firmou parceria e se mostrou disposta a servir como ponte entre nós e movimentos de mulheres nas cidades satélites. Enfatizou inclusive a preocupação com a organização dos eventos e com a abordagem que vamos dar a eles, no sentido de facilitar nossa aproximação levando-nos, mesmo antes das primeiras capacitações, para os locais onde estas vão acontecer, a fim de nos familiarizarmos com eles e com as pessoas que possivelmente participarão deles. Anotem desde já em suas agendas o dia 15/08, quando ocorrerá um seminário do qual devemos participar.
Ela ficou com o projeto também, para fazer comentários. Projeto final, inclusive, que já subi para a página do yahoo.
Tem como presidente de honra o rapper MV Bill. É uma rede muito organizada, com vários projetos em Brasília, como vocês vão ver se entrarem no site linkado pelo título do post. Trabalham muito discutindo questões de raça e juventude, e tem uma preocupação especial com a marginalização das mulheres.
A Renata foi um doce na reunião, firmou parceria e se mostrou disposta a servir como ponte entre nós e movimentos de mulheres nas cidades satélites. Enfatizou inclusive a preocupação com a organização dos eventos e com a abordagem que vamos dar a eles, no sentido de facilitar nossa aproximação levando-nos, mesmo antes das primeiras capacitações, para os locais onde estas vão acontecer, a fim de nos familiarizarmos com eles e com as pessoas que possivelmente participarão deles. Anotem desde já em suas agendas o dia 15/08, quando ocorrerá um seminário do qual devemos participar.
Ela ficou com o projeto também, para fazer comentários. Projeto final, inclusive, que já subi para a página do yahoo.
Etiquetas:
CUFA,
parceria,
preparação para capacitações,
projeto final
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Terceira Reunião, Casa da Bruna, 25/06, 19hs.
Após esclarecermos dúvidas e detalhes com a Bruna e a Xaman sobre o projeto, nós decidimos esquematizar nossos próxmios passos. Ficou definido o seguinte:
1) O mais importante agora é escrever o projeto. Quer dizer, as idéias básicas já estão escritas e comentadas pela Ana, mas a meta agora é colocar no formato do plano de ação que recebemos. A Mari ficou responsável por fazer isso, com ajuda da Ju, se possível, até o dia 06/07. Isso porque queremos já estar com o projeto escrito para a reunião com a Renata, da CUFA.
Por email, vou enviar a tabela para preenchimento com nossas informações pessoais, que todas devem completar e devolver pra Mari.
Também por email, vamos iniciar a votação do nome do projeto. Algumas idéias surgiram na reunião, e se a Ju e o Tomás tiverem mais idéias, opinem e entrem na votação.
2) Uma vez que estivermos com o projeto pronto, marcamos a reunião com a Renata para fixar parceria com a CUFA. Pensei fazer isso depois do fim do semestre, entre 7 e 11/07. Quem puder participar da reunião, levanta a mão!
3) A Bruna ficou com uma xérox do manual de capacitação, e vai deixar na Papelaria Asa (206 Norte), para todo mundo tirar xerox e consultar em preparação pro painel de avaliação e pra capacitação. Como acho legal levar o manual também para reunião com a Renata, digamos que ele vai ficar na Asa até mais ou menos 06/07.
4) Definimos um cronograma base para as próximas etapas para o projeto. Anotem!
Até o final de agosto, ou seja, até o painel de avaliação - Leitura do projeto e manual e preparação para o painel. Assim que a data estiver confirmada, nós marcamos uma reunião só de preparação para o painel.
Depois do painel - entre setembro e outubro - reuniões de preparação e capacitação do próprio grupo, no qual discutiremos abordagem, logística, e que poderia contar com a participação de mulheres de fora, ligadas às comuidades que vamos visitar no sentido de nos ajudar a preparar abordagem.
Entre outubro e novembro - primeiras reuniões, possivelmente na UnB, para aproveitarmos ainda o semestre letivo.
Entre novembro e dezembro ou janeiro - reuniões com o núcleo Maria, Maria.
Janeiro, Fevereiro e Março - preparação do evento final.
Março - Evento final que coincida com o reinício das aulas na UnB.
Bom, isso seria um cronograma inicial, sujeito ainda a alterações.
Falou, sisterage.
ps.: Mari, arrumei configurações do blog para todo mundo ter "privilégios de administrador". Pode deixar tão colorido quanto quiser (:
1) O mais importante agora é escrever o projeto. Quer dizer, as idéias básicas já estão escritas e comentadas pela Ana, mas a meta agora é colocar no formato do plano de ação que recebemos. A Mari ficou responsável por fazer isso, com ajuda da Ju, se possível, até o dia 06/07. Isso porque queremos já estar com o projeto escrito para a reunião com a Renata, da CUFA.
Por email, vou enviar a tabela para preenchimento com nossas informações pessoais, que todas devem completar e devolver pra Mari.
Também por email, vamos iniciar a votação do nome do projeto. Algumas idéias surgiram na reunião, e se a Ju e o Tomás tiverem mais idéias, opinem e entrem na votação.
2) Uma vez que estivermos com o projeto pronto, marcamos a reunião com a Renata para fixar parceria com a CUFA. Pensei fazer isso depois do fim do semestre, entre 7 e 11/07. Quem puder participar da reunião, levanta a mão!
3) A Bruna ficou com uma xérox do manual de capacitação, e vai deixar na Papelaria Asa (206 Norte), para todo mundo tirar xerox e consultar em preparação pro painel de avaliação e pra capacitação. Como acho legal levar o manual também para reunião com a Renata, digamos que ele vai ficar na Asa até mais ou menos 06/07.
4) Definimos um cronograma base para as próximas etapas para o projeto. Anotem!
Até o final de agosto, ou seja, até o painel de avaliação - Leitura do projeto e manual e preparação para o painel. Assim que a data estiver confirmada, nós marcamos uma reunião só de preparação para o painel.
Depois do painel - entre setembro e outubro - reuniões de preparação e capacitação do próprio grupo, no qual discutiremos abordagem, logística, e que poderia contar com a participação de mulheres de fora, ligadas às comuidades que vamos visitar no sentido de nos ajudar a preparar abordagem.
Entre outubro e novembro - primeiras reuniões, possivelmente na UnB, para aproveitarmos ainda o semestre letivo.
Entre novembro e dezembro ou janeiro - reuniões com o núcleo Maria, Maria.
Janeiro, Fevereiro e Março - preparação do evento final.
Março - Evento final que coincida com o reinício das aulas na UnB.
Bom, isso seria um cronograma inicial, sujeito ainda a alterações.
Falou, sisterage.
ps.: Mari, arrumei configurações do blog para todo mundo ter "privilégios de administrador". Pode deixar tão colorido quanto quiser (:
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Informações do Projeto
Querid@s,
As informações gerais do projeto já estão no yahoogroups. Deixo esse post em aberto para o debate sobre as nossas respostas às questões colocadas.
*o título deste post é um link para o arquivo das respostas. Não, esta mensagem NÃO se auto-destruirá em trinta segundos :P
As informações gerais do projeto já estão no yahoogroups. Deixo esse post em aberto para o debate sobre as nossas respostas às questões colocadas.
*o título deste post é um link para o arquivo das respostas. Não, esta mensagem NÃO se auto-destruirá em trinta segundos :P
terça-feira, 17 de junho de 2008
Segunda Reunião - Sobrenatural: Subsolo da UnB, 17/06
Nossa segunda reunião, hoje, teve como objetivo principal uma divisão de trabalho para a entrega dos passos 5 e 6.
O passo 5 consiste das seguintes perguntas a serem respondidas para envio:
Como podemos como jovens feministas nos unir?
Quem são nossas aliadas e aliados nessa luta? Como como podemos pensar em ações concretas de jovens para jovens e com jovens?
Como o seu sonho pode dialogar com as demais equipes das Jovens que estão no processo do GMM?
Como podemos contribuir para o Feminismo e suas diversidades a partir de uma perspectiva juvenil/geracional?
Como trabalharíamos em rede? O que é uma rede bem organizada?
Como construímos ações co-responsáveis entre jovens feministas?
Como seria o fundo de jovens feministas? Quem administraria? Como buscaríamos financiamentos?
Como seria esse fundo daqui 20 anos?
O passo 6, por outro lado, são perguntas importantes que farão a base do nosso projeto, a ser escrito. São elas:
1. O projeto é:
Um projeto NOVO
Uma NOVA iniciativa de um projeto que já existe
**Se for uma nova iniciativa de um projeto já existente, explicite o projeto. Lembre-se que o Programa GMM só apóia projetos ou idéias novas
(Mínimo dois parágrafos e máximo três parágrafos)
2. Descrevam a comunidade ou vizinhança
Conte-nos sobre a comunidade onde vocês querem atuar. Se possível apresente dados estatísticos sobre a região e indicadores sociais como taxas de violência, saneamento básico, taxa de desemprego etc? (mínimo dois parágrafos e máximo quatro parágrafos)
3. Descrevam quais são os desafios: situações, problemas ou necessidades que vocês querem mudar.
A partir da descrição anterior, o que mais os preocupa ou incomoda, que vocês querem mudar, melhorar ou criar na comunidade? (mínimo dois parágrafos e máximo três parágrafos)
4. As pessoas da comunidade compartilham dessa visão? Sabem sobre esse desafio? Eles também querem mudar essa situação?
As outras pessoas sentem as mesmas coisas que vocês? Eles irão de alguma forma se envolver com vocês? Nós queremos saber se a comunidade tem os mesmos sentimentos sobre a situação, problema ou necessidade. Por favor, conte-nos quem mais compartilha dessa inquietação. (mínimo dois parágrafos e máximo três parágrafos)
5. Descrevam as pessoas envolvidas e que serão beneficiadas com a proposta.
Como é o grupo que vocês querem ajudar ou beneficiar? Quantos são? Como são? Por favor, conte-nos.
6. Qual é o Objetivo Geral do projeto?
Explique em uma frase o que o projeto de vocês quer fazer.
Todas essas perguntas estão no email e na parte de 'arquivos' do e-group.
O que ficou resolvido foi:
- Em relação ao passo 6, as perguntas ficaram divididas entre Mariana, Izadora, Juliana e Tomás, membros presentes à reunião. Comprometemo-nos a enviar, quinta-feira, 19/06, as respostas que elaborarmos por email, pela manhã. A idéia é que usemos o grupo de emails e a quinta-feira para debatermos, TOD@S, sobre as respotas e elaborarmos a versão final que será enviada ao grupo de São Paulo. As meninas que não estiveram presentes na reunião são encorajadas a debater as respostas e enviar suas respostas para o grupo de respostas do passo 5, aquelas que estão no começo desse post.
A idéia é que na sexta de manhã eu centralize as respostas e os resultados do debate para enviar.
Fica marcado, também, para o domingo, 22/06, 16hs, uma reunião para debatermos a versão enviada do projeto e estabelecermos quais serão nossos próximos passos. Lugar a definir - sugestões?
É isso, querid@s, mãos à obra, abraços!
O passo 5 consiste das seguintes perguntas a serem respondidas para envio:
Como podemos como jovens feministas nos unir?
Quem são nossas aliadas e aliados nessa luta? Como como podemos pensar em ações concretas de jovens para jovens e com jovens?
Como o seu sonho pode dialogar com as demais equipes das Jovens que estão no processo do GMM?
Como podemos contribuir para o Feminismo e suas diversidades a partir de uma perspectiva juvenil/geracional?
Como trabalharíamos em rede? O que é uma rede bem organizada?
Como construímos ações co-responsáveis entre jovens feministas?
Como seria o fundo de jovens feministas? Quem administraria? Como buscaríamos financiamentos?
Como seria esse fundo daqui 20 anos?
O passo 6, por outro lado, são perguntas importantes que farão a base do nosso projeto, a ser escrito. São elas:
1. O projeto é:
Um projeto NOVO
Uma NOVA iniciativa de um projeto que já existe
**Se for uma nova iniciativa de um projeto já existente, explicite o projeto. Lembre-se que o Programa GMM só apóia projetos ou idéias novas
(Mínimo dois parágrafos e máximo três parágrafos)
2. Descrevam a comunidade ou vizinhança
Conte-nos sobre a comunidade onde vocês querem atuar. Se possível apresente dados estatísticos sobre a região e indicadores sociais como taxas de violência, saneamento básico, taxa de desemprego etc? (mínimo dois parágrafos e máximo quatro parágrafos)
3. Descrevam quais são os desafios: situações, problemas ou necessidades que vocês querem mudar.
A partir da descrição anterior, o que mais os preocupa ou incomoda, que vocês querem mudar, melhorar ou criar na comunidade? (mínimo dois parágrafos e máximo três parágrafos)
4. As pessoas da comunidade compartilham dessa visão? Sabem sobre esse desafio? Eles também querem mudar essa situação?
As outras pessoas sentem as mesmas coisas que vocês? Eles irão de alguma forma se envolver com vocês? Nós queremos saber se a comunidade tem os mesmos sentimentos sobre a situação, problema ou necessidade. Por favor, conte-nos quem mais compartilha dessa inquietação. (mínimo dois parágrafos e máximo três parágrafos)
5. Descrevam as pessoas envolvidas e que serão beneficiadas com a proposta.
Como é o grupo que vocês querem ajudar ou beneficiar? Quantos são? Como são? Por favor, conte-nos.
6. Qual é o Objetivo Geral do projeto?
Explique em uma frase o que o projeto de vocês quer fazer.
Todas essas perguntas estão no email e na parte de 'arquivos' do e-group.
O que ficou resolvido foi:
- Em relação ao passo 6, as perguntas ficaram divididas entre Mariana, Izadora, Juliana e Tomás, membros presentes à reunião. Comprometemo-nos a enviar, quinta-feira, 19/06, as respostas que elaborarmos por email, pela manhã. A idéia é que usemos o grupo de emails e a quinta-feira para debatermos, TOD@S, sobre as respotas e elaborarmos a versão final que será enviada ao grupo de São Paulo. As meninas que não estiveram presentes na reunião são encorajadas a debater as respostas e enviar suas respostas para o grupo de respostas do passo 5, aquelas que estão no começo desse post.
A idéia é que na sexta de manhã eu centralize as respostas e os resultados do debate para enviar.
Fica marcado, também, para o domingo, 22/06, 16hs, uma reunião para debatermos a versão enviada do projeto e estabelecermos quais serão nossos próximos passos. Lugar a definir - sugestões?
É isso, querid@s, mãos à obra, abraços!
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atividades,
desenho do projeto,
próxima reunião
domingo, 8 de junho de 2008
Primeira Reunião
Balaio Café, sexta, 06/06.
Por sugestão do Tomás, inicio o compartilhamento das idéias e conclusões a que chegamos na reunião da última sexta-feira.
A reunião tinha como objetivo explicar quais foram os primeiros passos no contato com o grupo de Jovens Feministas de São Paulo e organizar as nossas estratégias para delinear o projeto.
Primeiro, a conclusão maior é que os passos do curso oferecido por email pelas Jovens Feministas pretendem nos capacitar como empreendedoras socias. Ou seja, a iniciativa é que todas se mobilizem para aprender a construir um projeto e trabalhar como multiplicadoras das idéias discutidas e desenvolvidas. O ideal é a organização do grupo em rede, já que a visão hierárquica que temos de organização de projetos e de estruturas socias em geral, já diria Virgínia Woolf, é derivada de uma visão patriarcal do mundo. Assim sendo, a reunião também serviria para esclarecermos que a meta é entendermos que o projeto será um resultado das idéias, iniciativas e esforço do todas. Isso requer, como diz o vocabulário da moda, pró-atividade de todas as envolvidas.
Em segundo lugar, como ainda não definimos exatamente o que será a atividade desenvolvida, discutimos quais são as possibilidades e os ativos que temos para transformar em um projeto social empreendedor. A idéia dos workshops e da discussão sobre direitos humanos de mulheres jovens ainda será a base do projeto, mas percebeu-se uma necessidade de configurá-lo para produzir algo mais concreto, inclusive para que a iniciativa possa se multiplicar por repetição no futuro.
Também refletimos sobre quem seriam os parceiros imediatos da nossa iniciativa. Sabemos ter em comum como nossa "comunidade" o espaço da UnB. A discussão sobre gênero é, no entanto, transversal, e a possibilidade de expandir o diálogo, ou mesmo ligar a discussão sobre gênero dentro do nosso espaço mais familiar com aquela feita por outras mulheres próximas geograficamente mas, às vezes, distantes de tantas outras maneiras de nós mesmas, concluiu-se, pode funcionar como motor da experiência. Assim sendo, meu contato com a Renata, coordenadora do núcleo Maria, Maria da CUFA, o do Tomás com as jovens do coletivo V.U.L.V.A - que produz um programa de rádio na UnB e um zine - e o da Juliana com as organizadoras do grupo Interagir vão ser o nosso primeiro passo para a elaboração de um projeto concreto.
A idéia até agora é entrar em contato com esses três grupos. Meu encontro com a Renata é na terça-feira, 10/06, 17hs - se alguém estiver disponível para ir comigo, por favor me contate. Até agora, a idéia é organizarmos os workshops com esses grupos e servir de articulação entre eles.
Após a organização dos workshops com representantes e/ou líderes dos grupos, o ideal é que tenhamos entrado em contato com as demandas e interesses desses a fim de possibilitar um diálogo entre eles que se traduza em algo concreto. Por isso definimos o nosso grupo como uma articulação - trazendo diferentes mulheres, com diferentes experiências, em conjunto na produção de algo, seja um evento de arte, uma manifestação, um zine, um programa de rádio, um pequeno filme, uma organização, ou qualquer outra obra que possa ser continuada e servir como veículo de longo prazo de diálogo. O interessante é que, no processo, elas dialoguem para descobrir o que são e a importância dos direitos humanos das mulheres jovens e as dificuldades em alcançá-los. E nós também, naturalmente.
Por enquanto é isso, e o espaço fica aberto para o brainstorm: dêem suas opiniões, tragam sugestões de outros possíveis grupos a se articularem, apoios a serem buscados, projetos para produzirmos, abordagens para os workshops etc.
Saudações Feministas ;)
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